Bater feijão com manguá e os saberes da roça

Claudia Weinman
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Na chácara da Dona Marina Valansuelo Pinheiro e do João Carlos Alves Pinheiro, na linha Canela Gaúcha, em São Miguel do Oeste, interior catarinense, a prática do feijão batido com a utilização do manguá, ferramenta artesanal muito antiga, ainda é presente, assim como, a produção de alimentos sem veneno faz parte do cotidiano.

Por meio de um vídeo caseiro, seu João mostra como se faz e diz: “Uma volta ao passado, quando feijão era batido a manguá. Se vivia com pouco mas feliz, hoje faço isso com gosto, pois tenho prazer em lembrar as coisas antigas que quase não vê mais, e do lado, o trator Agrale 416, pequeno grande trator, faço muito trabalho com ele, na minha época de infância não tinha isso, era cavalo e boi, era sofrido, mas divertido”, escreveu em sua postagem no Facebook.

Assista o vídeo: 

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Da chácara da Marina e do João,  a produção de alimentos é sem veneno, alimenta a família que vive na cidade, com batata-doce, feijão, arroz, erva-mate, açúcar de cana, pão, ovos, frutas e verduras, peixe e vários outros.

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